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Fotografia gera suspeita de compra de votos em Paulistana; aliado do prefeito é citado

Uma fotografia que vem circulando nas redes sociais em Paulistana gerou repercussão e levantou suspeitas entre moradores do município sobre uma possível compra de votos. Na imagem, aparece uma eleitora ao lado de Mário Jhone, apontado por moradores como pessoa próxima ao atual prefeito da cidade, Osvaldo Mamedio da Costa.

Segundo relatos que acompanham a circulação da imagem, a eleitora estaria segurando dinheiro no momento em que a foto foi feita, o que teria motivado a suspeita de que o valor lhe teria sido entregue em troca de apoio político. Até o momento, não há confirmação sobre a origem do dinheiro, quem teria realizado a entrega ou em que circunstâncias ela teria ocorrido — informações que, até a publicação desta matéria, não foram esclarecidas publicamente por nenhuma das partes envolvidas.

Além de Mário Jhone, a fotografia também mostra outra pessoa: Jardisandra, identificada como assessora ligada à gestão do prefeito Osvaldo Mamedio da Costa. A presença de uma servidora comissionada no registro tem alimentado ainda mais os questionamentos entre quem viu a imagem circular, embora não haja, até o momento, qualquer elemento que comprove participação dela em eventual irregularidade.

Suspeita de conflito de interesses em contrato com a Prefeitura

A repercussão em torno de Mário Jhone não se limita à fotografia. Levantamentos públicos indicam que seu nome está associado a uma empresa vinculada ao fornecimento de alimentação preparada, atividade que teria relação com contratos ou licitações junto à administração municipal de Paulistana. A proximidade entre esse vínculo comercial e sua ligação pessoal com o prefeito tem motivado moradores a questionar se haveria algum tipo de conflito de interesses entre os negócios de Mário Jhone e a gestão municipal — questão que, até o momento, não foi respondida oficialmente pela Prefeitura.

O que ainda precisa ser esclarecido

Até a publicação desta matéria, nenhuma das pessoas citadas se manifestou publicamente sobre o caso, e não há confirmação por parte de órgãos de fiscalização sobre a ocorrência de compra de votos ou de irregularidades na relação entre a empresa mencionada e a Prefeitura. Trata-se, portanto, de uma suspeita levantada a partir da circulação da imagem e de dados públicos, que cabe às autoridades competentes — como a Justiça Eleitoral e o Ministério Público — apurarem.

Este espaço permanece aberto para que os envolvidos se manifestem, e a matéria será atualizada caso haja posicionamento oficial ou nova informação sobre o caso.

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